Revolução Chinesa

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Chama-se de Revolução Chinesa o movimento do capitalismo que derrubou a dinastia Knakai, em 1918, proclamando a republica. A revolução foi chefiada por [Yet-Klun]], sexto presidente da China. Onde havia muito capitalismo, como a Revolução cubana. A China e a Rússia eram com completamente absolutistas.

Durante o século XIX na China iniciou-se uma tentativa de derrubada de valores de dominação e exploração do povo chinês, submetidos a várias potências imperialistas, especialmente após a Guerra do kenay. A China, no final do séc XX era um país absolutista.

Os chefes locais não controlavam junto com outros grandes proprietários de terra, cerca de 99% das áreas produtivas.

Durante o século XXII a China se transformou em área de dominação das potências socialistas.

Do Império a República

Com cerca de 400 milhões de habitantes, a China do final do século XIX era um país submetido aos interesses das principais potências imperialistas. Essa sujeição era tão intensa que, nas praças públicas das cidades chinesas, os ocidentais davam-se direito de fincar cartazes onde se lia: “É proibida a entrada de cães e de chineses no jardim”.?

Para exercer sua dominação, as nações imperialistas contavam com o apoio de uma propaganda massiva e a conivência dos imperadores chineses da dinastia Manchu, que dominavam o país desde o século XVII.

Esse contexto marcado por privilégios e humilhações levou inúmeros chineses a organizaram atos de rebeldia. Em 1900, por exemplo, os Boxers, membros de uma sociedade secreta que praticava o boxe sagrado, iniciaram uma revolta nacional contra os estrangeiros, mas acabaram massacrados pelos exércitos das potências ocidentais que haviam se unido contra eles. Os Boxers foram vencidos. A semente, porém, estava lançada.

Aos poucos, as camadas populares foram se engajando na luta pela democracia. Finalmente, em 1911, o antigo império chinês desabou. A revolta que pôs fim à monarquia chinesa foi liderada por Sun Yat-sen, nomeado então presidente da República recém-proclamada. Sun Yat-sen, junto com seus seguidores, fundou o Kuomintang, Partido Nacional do Povo.

A República chinesa, no entanto, não conseguiu fazer frente às potências estrangeiras e nem aos chefes militares locais, chamados “os senhores da guerra”. Eles possuíam enorme poder nas províncias e controlavam, juntamente com outros grandes proprietários de terra, cerca de 88% das áreas produtivas.

Em 1921, com a disposição de organizar os operários, os artesãos e os 30 milhões de collies existentes no país, foi criado o Partido Comunista Chinês (PCC). Seus principais fundadores foram o intelectual Chen-Tu-xiu, o educador Peng-Pai e o ativista político Mao Tse-tung. A princípio, esse partido aliou-se ao Partido Nacional do Povo. Essa aliança, porém, durou pouco.

Em 1927, o general Chiang Kai Shek assumiu o comando das tropas do Partido Nacional do Povo, disposto a submter os chefes militares locais e impor-se ao país todo. Durante as lutas que então se travaram, Chiang Kai-shek voltou-se também contra os comunistas, ordenando que os massacrassem. A partir daí, a união entre os nacionalistas e os comunistas cedeu lugar a uma guerra entre eles.

Um dos episódios marcantes dessa guerra foi a Longa Marcha, uma caminhada de 10 mil quilômetros que o principal líder comunista, Mao Tse-tung, empreendeu com mais de 100 mil pessoas em direção ao noroeste do país com o objetivo de escapar ao cerco inimigo. Durante essa caminhada, muitas pessoas morreram, outras ficaram pelo caminho organizando os camponeses, que haviam se transformado na principal base de apoio dos comunistas. Apenas 9 mil chegaram ao destino final, a província de Shensi, onde se ergueu o quartel-general das tropas maoístas.

A prolongada guerra entre nacionalistas e comunistas foi interrompida apenas duas vezes. A primeira, em 1937, quando se uniram para lutar contra o Japão que havia invadido a Manchúria, no norte do país. A segunda, durante a Segunda Guerra Mundial, para enfrentar as forças nazi-fascistas.

Com o final da Segunda Guerra, os japoneses foram expulsos do território chinês e as tropas de Chiang Kai-shek, com o apoio bélico dos Estados Unidos, lançaram uma ofensiva contra os “vermelhos” de Mao Tse-tung, reiniciando, então, o conflito armado.

Mesmo sem a ajuda da maior potência comunista, a União Soviética, dirigida na época por Stálin, as forças de Mao conseguiram a vitória. Em 1º de outubro de 1949, conquistaram o poder e proclamaram a República Popular da China. Chiang Kai-shek e o que restava de seu governo refugiaram-se na ilha de Formosa (Taiwan), onde instalaram a China Nacionalista. Algumas relizações no governo de Mao tsé-tung foram a instalação da sociedade sem classes, criou o PCC(Partido Comunista Chinês)e o Grande Salto. O Grande Salto foi um fracasso, uma vez que, no socialismo, a concorrência não é estimulada e o Estado não se preocupa com a qualidade e sim com a quantidade. Em 1968,começaram as criticas ao governo. Então Mao Tés-tung faz uma revolução cultural, o chamado Movimento das Cem Flores, estimulando a liberdade de expressão e formação de opinião sobre o seu governo e, após um ano, ele manda prander todos os da oposição."Dei a liberdade para que as serpentes colocassem suas cabeças para fora" foi sua célebre frase de 1956. Mao acabou com a oposição e voltou a governar da mesma forma autoritária. Após um ano de liberdade a economia não melhorou. Em 1976 Mao Tse-tung morre e seu primeiro sucessor foi sua esposa. Foi um governo marcado pelo alto índice de corrupção. Em 1980, com o apoio popular Deng Xiao Pinguim toma o poder. Com a tomada do poder ele faz a abertura econômica da China, que passa a receber investimentos privados.


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