Miss Universo

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Miss Universo
Data: 1952-2008
Emissora: CBS (1960-2002), NBC (2003-presente) e Telemundo (2003-presente) (EUA); Rede Tupi (1968, 1972-1978), Rede Record-TVS (1979-1980), SBT (1981-1988, 1998), Band (2003-presente) e TNT (2003-presente) (Brasil)

O Concurso de Miss Universo existe desde 1952, quando a finlandesa Armi Kuusela venceu o concurso no balneário americano de Long Beach. Desde então, todos os anos são eleitas as mais lindas mulheres, como Miss Universo. O Brasil venceu dois concursos, com Ieda Maria Vargas, em 1963, e com Martha Vasconcellos, em 1968. Outra brasileira, Martha Rocha, ficou em segundo lugar no concurso de 1954. Martha Rocha só não ganhou o concurso naquele ano por conta das famosas duas polegadas a mais nos quadris. A amazonense Terezinha Morango, foi a segunda colocada no concurso de 1957,ela ficou conhecida por sua beleza e simplicidade amazônica. No ano de 2007 foi a vez da mineira Natália Guimarães perder a coroa para a japonesa Ryio Mori.

Portugal, por sua vez, nunca venceu o concurso, tampouco ficou entre os finalistas. O melhor resultado de Angola foi obtido em 2007, quando Micaela Patrícia Reis, ficou em 7º lugar. Em termos globais existem ainda, os concursos Miss Mundo, Miss Internacional e Miss Planeta Terra, além é claro dos concursos nacionais e nos casos de Brasil e EUA, os concursos estaduais.


Índice

Miss Universo 2008

Ver artigo principal: Miss Universo 2008

Na entrevista coletiva após o Miss Universo 2007, Donald Trump anunciou que três cidades já estavam em negociação para sediar o Miss Universo 2008. Entre elas estavam Pequim (sede das próximas Olimpíadas), Tóquio e Moscou. Desde a criação do certame, nenhum país do antigo bloco comunista abrigou as finais do certame. A última vez que a Ásia sediou o evento foi em 2005.

No entanto, outras cidades como Granada (Espanha), Estocolmo e localidades do Vietnã chegaram a ser visitadas pela direção do Miss Universo no mês de agosto, segundo sua presidente Paula Shugart. Em 19 de setembro, autoridades de Nha Trang anunciaram investimento de US$ 15 milhões para receber o evento, incluindo a construção de um novo teatro com capacidade para 7.500 espectadores.

Para o evento, é esperada a presença de candidatas de 85 países e territórios. Desse total, 17 candidatas já haviam sido eleitas até o final de setembro de 2007.

Organizadores

Nos primeiros anos, o certame esteve sob a responsabilidade da empresa Pacific-Mills e teve como patrocinador principal a marca de maiôs Catalina. Mais tarde, o certame foi vendido para a empresa Kayser-Roth. Em 1986, a Kayser-Roth foi comprada pela Gulf+Western Industries, dona dos estúdios de cinema Paramount. Em 1996, o empresário e apresentador de TV Donald Trump assume os direitos do concurso em parceria com a rede CBS, então geradora em nível internacional. No final de 2002, Trump fecharia dois acordos de direitos de transmissão: um com a rede NBC, para transmissão em território norte-americano (que incluiria uma transmissão em espanhol pela subsidiária Telemundo) e outro com a empresa Alfred Haber, para a distribuição internacional do evento.

Concursos Nacionais

A quantidade de candidatas presentes a cada edição do Miss Universo varia de ano a ano. A maior participação de candidatas ocorreu em 2006, quando 86 moças foram inscritas para o concurso. O recorde anterior (84) tinha sido verificado em 1999.

Para se chegar a esses números, vários países organizam anualmente (ou não) seus concursos locais de miss. Os principais concursos nacionais válidos para o Miss Universo são os do Brasil, Estados Unidos, Colômbia, Venezuela e Japão. Países que ficaram algum tempo afastados da disputa internacional como a Indonésia também realizam concursos de grande porte.

No entanto, nem todas as candidatas ao Miss Universo são eleitas através de concurso transmitido pela TV ou Internet: em alguns países elas são indicadas por seus franqueados, em outros como a Austrália, o certame nacional de praxe é substituído por um casting.

Televisão

No Brasil

Desde a eleição de Martha Vasconcellos em 1968, o Miss Universo é exibido por emissoras nacionais. O evento (exibido primeiro em VT) passou a ser transmitido anualmente ao vivo pela Rede Tupi a partir de 1972, quando este foi realizado em Porto Rico. Na ocasião, a gaúcha Rejane Vieira Costa ficou em segundo lugar, mas uma falha na transmissão impediu que o público visse a coroação da australiana Kerry Anne Wells. Quando o sinal foi restabelecido, o apresentador Bob Barker apareceu apenas para dar o boa-noite e encerrar a transmissão.

Com a crise da Tupi, o concurso de 1979 passou a ser transmitido pela Rede Record. Dois anos mais tarde, o SBT (novo organizador do Miss Brasil) passou a assumir também a transmissão do Miss Universo e, depois, do Miss Mundo. Em 1989, a emissora deixou de transmitir o evento ao vivo. Nove anos mais tarde, o SBT exibiria um VT do Miss Universo 1998, realizado em Honolulu.

Desde 2003, os direitos de transmissão do Miss Universo para TV aberta estão sob a responsabilidade da Band, co-promotora em parceria com a Gaeta Promoções e Eventos do Miss Brasil. Em 2005, o certame começou a ser transmitido também pela TV paga, no canal TNT.

Nos Estados Unidos

A primeira transmissão de um concurso de Miss Universo (Miss Universe nos EUA) ocorreu em 1955. Mas foi a partir de 1960, já em Miami, que o concurso passou a ser mostrado em rede nacional pela CBS. Em 1965, a emissora passa a transmitir em datas separadas os concursos de Miss USA e Miss Universo.

No ano seguinte, ocorre a primeira transmissão em cores. Em 1972, com a introdução do satélite, o Miss Universo passa a ser transmitido para vários países. A partir de 1973, o concurso passa a ser exibido em horário nobre. Em 1978, começa a exibição das pontuações das candidatas qualificadas (ou não) para as semifinais. Esse sistema foi abolido em 2003.

Nesse mesmo ano, a NBC e a Telemundo assumiram os direitos de transmissão tanto do Miss Universo como dos concursos Miss Estados Unidos e Miss Teen EUA (este criado em 1983 como uma versão juvenil do Miss USA).

Mestres de Cerimônia

Transmissão Oficial

Apresentadores

Várias figuras da TV norte-americana já passaram pelo posto de apresentador principal do Miss Universo. O que ficou mais tempo nessa função foi Bob Barker, que comandou também o concurso de Miss USA de 1967 a 1987. Nesse ano, Barker abandonou o posto por não conseguir da Organização Miss Universo a proibição do uso de casacos de pele na apresentação de trajes típicos.

Depois da saída de Barker, outros nomes exerceram essa função como o ator Jack Wagner e as top-models Naomi Campbell e Elle MacPherson. A atual apresentadora, Nancy O'Dell assumiu o posto no miss universo 2005, realizado em Bangcoc.

Comentaristas e co-apresentadores

Várias atrizes e ex-misses Universo atuaram como co-apresentadoras ou comentaristas. Em 2006, pela primeira vez, um homem assumiu esse posto. Trata-se do apresentador do programa Queer Eye For The Straight Guy (exibido no Brasil pelo canal Sony), Carson Kressley, que dividiu a função com a Miss USA 2004, Shandi Finnessey. Outros nomes que se destacaram nessa função foram:

Transmissão no Brasil

Tupi, Record e SBT

Todas as edições do Miss Universo exibidas a partir de 1972 passaram a contar com o trabalho de tradução simultânea. Num primeiro momento, tanto na Rede Tupi como na Rede Record e no SBT não havia comentaristas. Na hora da apresentação das semifinalistas de 1986, por exemplo foi usado o sistema americano de medidas (polegadas) ao invés do métrico decimal, usado nas medidas das candidatas a Miss Brasil.

Um dos tradutores que mais se destacou nesse período foi Malcolm Forest, que também atuou nas transmissões de 2005 e 2006 na Band.

Band

Desde que passou a exibir o concurso em 2003, a Rede Bandeirantes tem convidado especialistas em moda (Paulo Borges, Érika Palomino, Alexandre Herchcovitch e Marcelo Sommer), ex-misses (Fabiane Niclotti e Gislaine Ferreira) e a especialista em etiqueta Cláudia Matarazzo para comentarem o concurso. A primeira apresentadora da atual fase do Miss Universo na TV brasileira foi Astrid Fontenelle (à época titular do Melhor da Tarde).

Com a saída de Astrid da Band, a emissora chamou o locutor esportivo Nivaldo Prieto e a jornalista Letícia Levy para comandarem a transmissão do concurso de 2006. Eles dividiram a tarefa com o especialista em misses Evandro Hazzy e a miss Brasil do ano anterior, Carina Beduschi. O evento ocorreu no dia 23 de julho no Shrine Auditorium em Los Angeles e foi visto por 4% da audiência na Grande São Paulo de acordo com a medição do Ibope, chegando a picos de 6 pontos.

Já a transmissão de 2007, comandada por Renata Fan, registrou índices bem maiores: 6,5 de média e pico de 10,5 pontos, o que rendeu o segundo lugar à emissora.

Sistema de classificação

Jurados

Ver artigo principal: Lista de jurados do Miss Universo

Os jurados do Miss Universo tem a função de avaliar a performance das candidatas na fase preliminar e na noite final do concurso. Há júris separados para o Presentation Show (onde são julgados os quesitos de traje de gala e traje de banho) e a prova de trajes típicos, cuja vencedora era anunciada com antecedência até 2005. Para a noite de eleição da nova Miss Universo é chamado um júri formado por ex-misses e personalidades da moda e da TV norte-americana e mundial.

Semifinalistas e finalistas

De 1952 a 1954, a classificação das finalistas do Miss Universo ficava restrita às cinco finalistas. De 1955 a 1970, passou a se adotar o sistema de preliminares para a escolha das 15 semifinalistas e depois das cinco finalistas. De 1971 a 1983, o número de semifinalistas caiu para 12.

Entre 1984 e 1989, classificavam-se apenas 10 candidatas para as semifinais. Em 1990, foram instituídos dois critérios de classificação (top 10, top 6 e top 3) para determinar semifinalistas, finalistas e qualificadas para a entrevista final que decidiria a nova Miss Universo. De 1998 a 2000 o sistema passou a ser de top 10, top 5 e top 3.

Em 2001 e 2002, classificaram-se 10 semifinalistas e cinco finalistas, fora os prêmios especiais (melhor traje típico, Miss Simpatia e Miss Fotogenia).

Entre 2003 e 2005, foram adotados dois sistemas de corte para a escolha das cinco finalistas. Numa primeira fase, eram escolhidas as 15 semifinalistas para a prova de trajes de gala. Terminada essa prova, eram escolhidas 10 candidatas para a prova de trajes de banho. Todo o processo passou a ser acompanhado por empresas de auditoria, como a Ernst&Young, atualmente contratada pela Organização Miss Universo para a execução dessa tarefa.

No concurso de 2006, o número de semifinalistas subiu para 20. Em 2007, o número deve voltar para 15, devido a uma redução no número de participantes (de 86 para 77) e a abstenção de alguns países como Suécia e Trinidad e Tobago.

Preliminares

Dias antes do Miss Universo, são realizadas as provas preliminares de traje de gala, traje de banho e para a escolha do melhor traje típico dentro de um evento intitulado Presentation Show, fechado para jornalistas. Os resultados são mantidos sob sigilo até o dia do concurso.

Exibição das notas na TV

De 1978 a 2002 era comum ver as notas das misses na TV para saber quem tinha passado e quem não tinha chances de ir às semifinais, bem como as notas de maiô, entrevista individual e trajes de gala. Mas o que determinava a classificação de uma candidata a Miss Universo era a média das notas das preliminares.

Terminadas as provas de maiô, entrevista e trajes de gala, aparecia uma última ponderação de notas, desta vez para determinar as cinco finalistas. A partir de 1985, a entrevista passou a ser restrita às cinco finalistas.

Com as mudanças na classificação implantadas em 1990, a entrevista final se restringiu às três primeiras finalistas, saídas do top 6 (até 1997) e top 5 (de 1998 a 2000). Em 2001, as cinco finalistas voltaram a ser submetidas à essa prova, o que acontece até hoje.

Lista de Misses e de Cidades-Sede

Misses

Estas são as vencedoras do Miss Universo nos últimos 15 anos:

Ano Miss Universo Origem País Sede
1994 Sushmita Sen  Índia Manila, Filipinas
1995 Chelsi Smith  Estados Unidos Windhoek, Namíbia
1996 Alicia Machado  Venezuela Las Vegas, Nevada, EUA
1997 Brook Mahealani Lee  Estados Unidos Miami Beach, Flórida, EUA
1998 Wendy Fitzwilliam Trinidad e Tobago Honolulu, Hawaii, EUA
1999 Mpule Kwelagobe Botsuana Chaguaramas, Trinidad e Tobago
2000 Lara Dutta  Índia Nicósia, Chipre
2001 Denise Quiñones Porto Rico Porto Rico Bayamón, Porto Rico
2002 Oxana Fedorova1  Rússia San Juan, Porto Rico
Justine Pasek2  Panamá
2003 Amelia Vega  República Dominicana Cidade do Panamá, Panamá
2004 Jennifer Hawkins  Austrália Quito, Equador
2005 Natalie Glebova  Canadá Bangcoc, Tailândia
2006 Zuleyka Rivera Mendoza Porto Rico Porto Rico Los Angeles, Califórnia, EUA
2007 Riyo Mori  Japão Cidade do México, México
2008 Dayana Mendoza  Venezuela Nha Trang, Vietnã


1Destituída em 23 de agosto por não-cumprimento de obrigações contratuais

2Substituiu Oxana após a sua destituição

Cidades-Sede

De 1952 a 1959, o Miss Universo foi realizado em Long Beach. De 1960 a 1971, Miami Beach sediou a escolha das misses. Com a introdução do satélite nas transmissões de TV, as sedes do Miss Universo começaram a ser rotativas.

Só a partir de 1983, algumas edições do Miss Universo voltaram a ser realizadas em solo americano.

A Ásia sediou os concursos de 1974 (Manila), 1976 (Hong Kong), 1980 (Seul), 1987 (Cingapura), 1988 (Taipé), 1992 (Bangcoc), 1994 (Manila) e 2005 (Bangcoc) e sediará o concurso de 2008 (Nha Trang). A América do Sul recebeu as edições de 1982 (Lima) e 2004 (Quito). A América Central continental recebeu os concursos de 1975 (San Salvador), 1986 e 2003 (Cidade do Panamá). Já a parte insular (Caribe) sediou as eleições de 1972 (Dorado), 1977 (Santo Domingo), 1999 (Chaguaramas), 2001 (Bayamón) e 2002 (San Juan).

Fora os EUA, o México foi o único país da América do Norte a receber a disputa em 1978 (Acapulco), 1989 (Cancún), 1993 e 2007 (Cidade do México). As cidades canadenses de Calgary e Edmonton, que estavam cotadas para sediar o Miss Universo 1984 e o Miss Universo 1985, acabaram perdendo esse direito para Miami.

Europa, Oceania e África receberam o Miss Universo uma única vez (Atenas, 1973, Perth, 1979 e Windhoek, 1995, respectivamente). Chipre foi o único país do Oriente Médio a sediar esse evento, em 12 de maio de 2000.

Ranking de Títulos e Finalistas

A exemplo do que ocorre em competiçoes esportivas como os Jogos Olímpicos e campeonatos nacionais de futebol no Brasil e em alguns países da Europa, o Miss Universo também tem sua tabela. A diferença é que ao invés de pontos corridos, ela apresenta a quantidade de títulos e as respectivas qualificações na fase final.

Posição País Títulos 1a finalista 2a finalista 3a finalista 4a finalista Total
1.  Estados Unidos 7 8 6 1 5 27
2.  Venezuela 5 6 5 4 2 21
3. Brasil Brasil 2 9 1 2 3 25
4. Suécia Suécia 3 1 2 3 4 13
5. Finlândia Finlândia 2 3 5 1 1 12
6.  Colômbia 1 3 2 3 2 11
7. Porto Rico Porto Rico 5 1 2 1 1 10
8.  Japão 2 1 1 2 3 9
9. Inglaterra 0 1 3 3 2 9
10.  Israel 1 0 1 2 4 8

Premiações Especiais

Artigo principal: Lista de premiações especiais do Miss Universo

Atualmente, são três as categorias de premiação especial concedidas pelo Miss Universo. São elas: Miss Fotogenia (eleita desde 2003 pelos internautas que acessam o site da rede NBC), Miss Simpatia (escolhida pelas próprias candidatas) e Melhor Traje Típico (escolhida por um júri preliminar).

De 1995 a 2001, foi concedida a premiação de Melhor Estilo patrocinada pela Clairol. Outras premiações isoladas (e já extintas) ocorreram ao longo dos anos como Garota Popular, Miss Bem Vindo a Long Beach (quando o evento ocorria no balneário americano) e Miss União (Miss Unity, em inglês, equivalente ao Miss Simpatia).

Títulos

As Filipinas são o país que tem mais títulos de Miss Fotogenia (seis no total). Porto Rico conseguiu cinco títulos. Brasil, Portugal e Angola ainda não ganharam em nenhuma oportunidade. Anna Theresa Licaros, das Filipinas ganhou a votação de 2007.

O Brasil venceu a categoria de traje típico pela primeira vez em 1967, com a paulista Carmen Sílvia de Barros Ramasco. A gaúcha Adriana Alves de Oliveira (eleita Miss Brasil pelo Rio de Janeiro) repetiu o feito em 1981. As últimas brasileiras a vencer essa categoria foram a brasiliense Jacqueline Ribeiro Meirelles (1987) e a cearense Flávia Cavalcanti Rebelo (1989). Portugal e Angola não venceram em nenhuma oportunidade. A japonesa Kurara Chibana foi a vencedora de 2006.

Já na categoria de Miss Simpatia, as candidatas do Brasil e de Angola (que começou a participar em 2003) não venceram nenhuma vez. Marisa Ferreira, de Portugal, venceu essa categoria em 1999. Em 2007, a chinesa Ning Ning Zhang ficou com o prêmio.

Curiosidades e regulamento

  • Pelas regras do concurso, a candidata a Miss Universo deve residir há pelo menos um ano no país pelo qual vai competir. É o caso da russa Natalie Glebova, que se naturalizou canadense depois de sua eleição, em 31 de maio de 2005. No ano anterior, Natalie participara do Miss Canadá Universo mas não fora eleita.
  • Não é permitida a participação de mulheres casadas, com filhos ou grávidas, transsexuais e menores de 18 e maiores de 25 anos. Modelos que tenham participado de ensaios sensuais antes do concurso ou que apresentem idade falsa no ato da inscrição também estão proibidas de participar.
  • A peruana Gladys Zender se tornou a primeira representante da América Latina e a mais jovem (tinha então 17 anos) a vencer o concurso de Miss Universo, sete anos após a sua criação. Seu país de origem sediaria o Miss Universo em 1982.
  • Em 1958 a Colombiana Luz Marina Zuluaga foi a 2ª colocada no Miss Colombia,mas por impedimento da vencedora, ela foi a Miami Beach e acabou sendo coroada a Miss Universo 1958.
  • A chilena Cecilia Bolocco, eleita Miss Universo em 1987 é a atual esposa do ex-presidente da Argentina, Carlos Menem. Os dois se casaram em 2001 e se divorciariam seis anos mais tarde. No entanto, o processo de separação de ambos foi interrompido recentemente.
  • Em fevereiro de 2006, a venezuelana Alicia Machado se tornou a primeira ex-Miss Universo a posar nua para uma revista masculina. Na ocasião, ela foi capa da edição mexicana da revista Playboy. O ensaio foi reproduzido meses depois em seu país natal. A matriz americana da publicação colocou Alícia como capa da edição de agosto.
  • Todas as candidatas a Miss Universo devem ter obrigatoriamente passaporte e visto para os Estados Unidos. Em caso de vitória, a miss passa a residir em Nova York durante seu reinado.
  • Dos países de língua portuguesa que participaram do Miss Universo, o Brasil é o único a ter títulos conquistados. Nenhum deles, no entanto, teve ainda o privilégio de sediar uma edição do concurso.

Juramento da Miss Universo

De 1960 a 1990, o Juramento da Miss Universo foi lido após a coroação de cada vencedora (sempre em off, primeiro por uma co-apresentadora e depois pela voz gravada da eleita em inglês):

"We, the young women of the universe, believe people everywhere are seeking peace, tolerance and mutual understanding. We pledge to spread this message in every way we can, wherever we go." (em português: Nós, as jovens mulheres do universo, acreditamos que as pessoas de todos os lugares buscam a paz, tolerância e o entendimento mútuo entre si. Nós difundiremos esta mensagem em todo caminho em que pudermos, onde quer que estejamos).

Conquistas por País

País Títulos Ano (s)
 Estados Unidos 7 1954, 1956, 1960, 1967, 1980, 1995 e 1997
Porto Rico Porto Rico 5 1970, 1985, 1993, 2001 e 2006
 Venezuela 5 1979, 1981, 1986, 1996 e 2008
Suécia Suécia 3 1955, 1966 e 1984
Brasil Brasil 2
1963 e 1968
 Japão 2 1959 e 2007
 Austrália 2 1972 e 2004
 Canadá 2 1982 e 2005
Filipinas 2 1969 e 1973
Finlândia Finlândia 2 1952 e 1975
 Índia 2 1994 e 2000
 Tailândia 2 1965 e 1988
Trinidad e Tobago 2 1977 e 1998
África do Sul 1 1978
Alemanha Alemanha 1 1961
Argentina 1 1962
Botsuana 1 1999
 Chile 1 1987
 Colômbia 1 1958
Espanha Espanha 1 1974
França França 1 1953
Grécia Grécia 1 1964
 Países Baixos (Holanda) 1 1989
 Israel 1 1976
Líbano 1 1971
 México 1 1991
Namíbia 1 1992
 Noruega 1 1990
 Nova Zelândia 1 1983
 Panamá 1 2002 1
 Peru 1 1957
 República Dominicana 1 2003
 Rússia 1 2002) 2

1 Justine Pasek foi coroada após a suspeita de gravidez da vencedora, Oxana Fedorova.

2 Esse título entra no cálculo, apesar da destituição de Fedorova, eleita Miss Universo em 2002.

Desempenho por Continente

Região Títulos
América do Norte 10 (2 do Canadá, 7 dos EUA e 1 do México)
América Central 9 (5 de Porto Rico, 2 de Trinidad e Tobago, 1 do Panamá** e 1 da República Dominicana)
América do Sul 11 (5 da Venezuela, 2 do Brasil, 1 da Argentina, Chile, Colômbia e Peru)
Europa 12 (1 da França, 3 da Suécia, 2 da Finlândia, 1 da Alemanha, 1 da Espanha***, 1 da Grécia, 1 da Holanda, 1 da Noruega e 1 da Rússia*)
África 3 (1 da África do Sul, 1 da Namíbia e 1 de Botsuana)
Ásia 10 (2 das Filipinas, 2 da Índia, 1 de Israel, 2 do Japão, 1 do Líbano e 2 da Tailândia)
Oceania 3 (2 da Austrália e 1 da Nova Zelândia)

*Inclui o título obtido pela russa Oxana Fedorova em 2002. Ela foi destronada e substituída pela panamenha Justine Pasek.

*Inclui o título obtido por Justine Pasek após a destituição da vencedora original, em 2002.

***O título de Amparo Muñoz entra no cálculo apesar de ela ter renunciado em 1974, sem deixar sucessora.

Ver também

Ligações externas


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