Marquês de Fontes

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O título de Marquês de Fontes foi criado em 2-1-1659 por D. Afonso VI, rei de Portugal, a favor de D. Francisco de Sá e Menezes, 4º conde de Penaguião. Embora o título tenha sido outorgado em vida do 1º titular, foi renovado nos 2º e 3º filhos do mesmo, respectivamente 6º e 7º condes de Penaguião. Já no século XX o título voltou a ser renovado nos 18º e 19º condes de Penaguião.

Marqueses de Fontes

  1. D. Francisco de Sá e Menezes (1640-1677), 4º conde de Penaguião
  2. D. João Rodrigues de Sá Menezes (1674-1688), 6º conde de Penaguião (2º filho varão do predecessor, em virtude do primogénito D. João Rodrigo de Sá e Menezes, 5º conde de Penaguião, não ter sobrevivido ao pai)
  3. D. Rodrigo Anes de Sá Almeida e Menezes (1676-1733), 1º marquês de Abrantes e 7º conde de Penaguião (irmão do predecessor, em virtude deste não ter deixado descendência)
  4. D. Luis Gonzaga de Lancastre e Távora (1937-1993), 10º marquês de Abrantes, 18º conde de Penaguião e 13º conde de Vila Nova de Portimão
  5. D. José Maria da Piedade de Lancastre e Tavora (1960-), 11º marquês de Abrantes, 19º conde de Penaguião e 14º conde de Vila Nova de Portimão

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